Refugees Welcome

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“Paz em meu coração/ Paz em minha alma/ Onde quer que eu vá/ Estarei em meu lar”. (Poema Zen)

Não importa quanto tempo vai durar, é infinito agora. (Caio Fernando Abreu)

Duas coisas que eu sinto falta dos meus anos de escola: virgindade e máquina de escrever. Nós já somos aquilo que desejamos ser. Chegamos ao nosso pleno destino. Já estamos na Morada do Sol. Não há nada mais a fazer. E eu quando te vi amei desde sempre. Pensamos que há algo a alcançar, alguma coisa fora de nós, mas tudo já está aqui.

Será que vão me prender ou me expulsarão desse paraíso se eu desejar te beijar? Nosso amor governa o seu império com uma calma imperturbável.

Sai e busca mundão e

Leve esse beijo navegador antes de partir.

Leve-me com você de amuleto, nessa travessia.

Meu coração é a sua casa, sua coragem, meu abrigo.

Seremos onda, seremos oceano. Filhos de Saturno. Filhos favoritos. A vida é exatamente como ela se mostra: turbulenta e preciosa. Quando eu saí pela Praça do Zumbi naquele temporal de treze de janeiro e eu te vi. Passaporte, papel, cafetarias-restaurantes, travessia. Cantaremos aos mares qual é a rota e eu te amo.

O toque dos seus lábios em mim é sempre bom; E também

Acreditar no azul; nos cancioneiros do cais

Ler a poesia dos seus olhos; a tempestade foi para outros mares

Respirar seu cangote;

Você me fazer cafuné.

E essa viagem que é um milagre!

foto: Chris Arundel

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