Adeus às Armas

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“O amor nunca morre de morte natural. Ele morre porque nós não sabemos como renovar a sua fonte. Morre de cegueira e dos erros e das traições. Morre de doença e das feridas; morre de exaustão, das devastações, da falta de brilho”.

(Anaïs Nin)

Te amo, leonino. Vá para praia. Vá para Ubatuba. Vá batucar. Rebolar, zonear. Divirta-se. Até me atraia. Me prenda. Me sofra. Mas eu te juro que antes das seis. Seis é tarde em qual lugar? Eu te ligo. Eu te canto. Eu te tiro o pranto. E te digo te respirando: eu te amo. Eu ainda te amo muito. Mas por favor, deixe-me. Beije-me. Complete-me. Deus caprichou quando me deu a opção para você respirar no meu peito. E boa viagem. Bom destino.

Estava na Farme. Ipanema. E uma senhora de Céline. Comia um pêssego. Pegamos um táxi para o ilê das bichas. Cabana Paris. Dólar? Não, não meu bem. Europa, Euro. Brasil, quebrada real. Explicar o que é a vida para alguém sem coragem de ser o xodó de outro alguém. Arerê.

Axé arerê axé. Banhei minha sereia no posto. Renovei as energias. Saravá. Renovei o axé. Renovei o aqué. Dancei um balé. Abracei o Atlântico. Axé Iemanjá. Axé aos mares. Axé ano novo. Nove anos.

foto: Adonis Bosso

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