Palavras têm poder

Estava indo à nova casa do Rogério conforme eu havia prometido. E na Rua Fagundes Varela (ótimo escritor),eu dou de cara com um bando de dundas com aquelas calças brancas de capoeira. Meu pescoço virando para admirar melhor os bofes. E continuei andando.

Eu tinha dito, brincando, pro Fabian que um dia eu ia meter a cara no poste de tanto que eu olho pra eles. Ninguém mandou esses homens serem tão bonitos.

Aí não deu em outra. Estou lá eu olhando e poft! Tropeço em cima de outro dunda. De short, sem camisa e trancinha rastafári.

Ele ri e diz para mim: “Cê gosta, né?

E coça a mala.

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