Sim, fui uma santa

Carnaval não se resumiu a só isso. O mais importante é que na terça-feira apareceu o puxador de samba do bloco do Palmital que eu paquero desde que eu era uma gayrotinha. Ele é amigo do meu tio Juscelino. Eu ficava bastante na casa do meu tio quando menino. Aí ele veio beber com a gente. E ele cantava. E eu ficava enlouquecido. Se ele me desse mole e fosse comigo para minha humilde residência, ia ser o melhor carnaval de todos os tempos, mas eu estava com a minha mãe que por causa da doença do meu irmão não curtia o carnaval desde 2009. Era hora dela. A vez dela. E eu moro numa cidade pequena que, lógico, ia vê-lo de novo.

No sábado e eu estava mais pelado no sábado, fiz mais sucesso. Era feitura na certa o dunda na outra mesa do Caçulinha. Fez sinal e tudo para mim. Ia usar minha camisinha extra large de banana? Quem sabe. Mas tive que voltar com ela. Ela estava preocupada comigo e com as recentes surras que eu tomei na rua. Rachamos um táxi e casa.

Bom que não choveu. E eu cheirei pouco. Me ofereceram maconha também. Recusei. Vocês acreditam? Se eu misturasse com a cachaçada, eu ia ficar arrasado e perder todo o resto da festa de Momo.

Vamos ver o que acontece mais tarde. Homem na rua é o que mais tem.

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