minha merda é uma vida

Eu sempre fui um idiota cheio de esperança.  Mesmo sofrendo de depressão. Mesmo sendo um suicida.  Eu sempre acreditei que as coisas iam melhorar. Que tudo ia dar certo. Que tudo ia vingar. Principalmente as minhas idéias.

 

Depois do after party na casa de Janaina Bastos neste domingo, sugeriram que eu reunisse uns amigos na minha casa. Sábado. Oito da noite.

 

Terça, eu procurei Gasparelly para convidá-lo e fumei dois baseadons com ele. Iluminei-me. Mais cedo via a página do meu fotografo favorito Terry Richardson. Iluminei-me, repito. De idéias novas. De boas idéias para a próxima festa.

Ricardo Raesky, músico de uma cidade vizinha contratou-me para produzir sua festa em dezembro. Eu ainda não tinha entregado (detesto escrever assim)… A palavra é mesmo um vírus. Eu não entreguei o projeto para ele. O projeto completo. Com o croqui das roupas dos garçons, da roupa dele, o esboço da decoração, com a idéia dos cartões publicitários, o slogan da festa, o modelo dos convites.

Fumando, tomando café e ouvindo música no Gasparelly explodi-me de idéias. Explodi de esperança. Ainda sou esse idiota.

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